

SEU CORPO NÃO É UM ALGORITMO: ATÉ ONDE VAI A NUTRIÇÃO PERSONALIZADA? AUTOCONHECIMENTO.
Nutrição personalizada x autoconhecimento Imagine tirar uma foto do seu prato e receber imediatamente uma análise nutricional. Ou responder algumas perguntas e descobrir “a dieta ideal para o seu corpo”. Ou ainda entregar seus dados para uma inteligência artificial e receber um cardápio completamente personalizado. Parece o futuro. Na verdade, esse futuro já começou. A nutrição personalizada é uma das grandes tendências de 2026. Aplicativos, inteligência artificial, microbiom

Renata Queiroz
há 6 dias2 min de leitura


SEU PRATO TAMBÉM PODE SER UMA FORMA DE CUIDAR DO PLANETA
Aproveite integralmente os alimentos Você já parou para pensar no caminho que um alimento percorre até chegar ao seu prato? Produção. Água. Solo. Energia. Transporte. Embalagem. Armazenamento. E, finalmente, consumo. Quando jogamos comida fora, não estamos desperdiçando apenas aquilo que está dentro da nossa geladeira. Também desperdiçamos todos os recursos utilizados para produzir aquele alimento. Em 2026, a FAO colocou novamente o desperdício de alimentos no centro da discu

Renata Queiroz
19 de out.2 min de leitura


DEPOIS DOS 40, PROTEÍNA NÃO É TUDO: SEU MÚSCULO TAMBÉM PRECISA DE MOVIMENTO
Boas proteínas Existe uma palavra que entrou definitivamente nas conversas sobre envelhecimento: proteína. E ela merece atenção. Mas existe uma parte dessa história que muitas vezes fica esquecida. Músculo não precisa apenas de proteína. Precisa de estímulo. A partir do processo natural de envelhecimento, preservar massa e força muscular passa a ser cada vez mais importante. Para mulheres depois dos 40, essa conversa ganha ainda mais relevância porque mudanças hormonais, redu

Renata Queiroz
12 de out.2 min de leitura


ULTRAPROCESSADOS: O PROBLEMA NÃO É UM ALIMENTO, É O PADRÃO
Alimentos ultraprocessados Você comeu um biscoito recheado ontem. E agora? Precisa compensar? Fazer jejum? Cortar o jantar? Sentir culpa? Não. A discussão sobre alimentos ultraprocessados cresceu muito nos últimos anos — e com razão. Mas existe um risco quando transformamos ciência em mais uma lista de “pode” e “não pode”. O ponto não é demonizar um alimento isolado. É observar o padrão alimentar. Uma grande revisão publicada no BMJ, reunindo dados de quase 10 milhões de pess

Renata Queiroz
5 de out.2 min de leitura
